F.A.Q.

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O que é a República de Orange?

A República de Orange é uma micronação parlamentarista republicana, fundada em 1997 por dissidentes de outra micronação: o Reino do Porto Claro. Micronações são simulações de países. Orange não é um jogo, nem um RPG, é uma comunidade organizada em moldes estatais criada com o objetivo de divertir. Também não representa uma afronta a soberania ou ao território de qualquer país da vida real, como o Brasil.

Como isso funciona?

Uma vez que alguém adquira a "cidadania" oranger, passa a integrar uma lista de mensagens de Orange. Nesta lista é que ocorre a vida social propriamente dita. Não é preciso responder a todas as mensagens, apenas àquelas que lhe interessarem ou julgar necessário. A partir de então, o novo cidadão pode abrir empresas, filiar-se a um partido político, criar campanhas, concorrer a cargos públicos, etc, tudo como numa sociedade real.

Existem outras 'micronações' como esta?

Sim, e muitas. Pelo mundo todo existem centenas de micronações, especialmente nos Estados Unidos, onde surgiu este hobbie. No Brasil, a primeira micronação foi o Reino do Porto Claro, fundado em 1992, e que mais tarde deu origem a segunda micronação brasileira, o Principado de Orange, hoje República.

Como eu faço para me tornar um 'cidadão' de Orange?

Vá no atalho "Pedido de Imigração", à esquerda do seu monitor. Lá haverá um formulário a ser preenchido com seus dados e uma pequena redação. Este formulário será analisado pelo serviço de imigração de Orange e caso você seja aprovado, receberá um aviso e seu nome será incluído em nosso sistema. Orange não recusa cidadãos por motivos ideológicos, de origem ou qualquer outro. O objetivo desta seleção é garantir que ninguém incorra em "dupla cidadania" e também recolher dados sobre o cidadão, para cadastro.

O que vem a ser dupla cidadania?

Dupla cidadania é o fato de alguém participar de duas micronações diferentes ao mesmo tempo, ainda que usando e-mails e pseudônimos diversos. A maioria das micronações não aceita esse tipo de situação, uma vez que a mesma geraria menor dedicação do cidadão ao país e favoreceria o uso de meios escusos para que um país interferisse na política de outro. A dupla cidadania não é aceita na República de Orange.

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